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Em um cenário de custos elevados, alta concorrência e consumidor cada vez mais atento, a precificação correta deixou de ser apenas uma questão financeira e passou a ser fator determinante para a sobrevivência dos restaurantes. Definir o preço de um prato envolve muito mais do que somar ingredientes, é uma decisão estratégica que impacta margem de lucro, posicionamento de marca e experiência do cliente.
Segundo Edher Brandão, especialista em gestão gastronômica e à frente da ConceptFood, muitos estabelecimentos ainda erram ao basear preços apenas na concorrência ou na intuição. “Quando o restaurante não conhece seu custo real, trabalha no escuro. A precificação precisa considerar ficha técnica, desperdício, impostos, encargos, aluguel, equipe e margem planejada. Sem isso, o empresário pode vender muito e ainda assim ter prejuízo”, explica.
Levantamentos do setor mostram que a alimentação fora do lar representa uma parcela significativa do orçamento das famílias brasileiras, o que aumenta a sensibilidade do consumidor ao preço. Ao mesmo tempo, insumos como proteínas, laticínios e hortifrúti sofreram oscilações relevantes nos últimos anos, pressionando o caixa dos restaurantes. Nesse contexto, precificar corretamente é encontrar equilíbrio entre sustentabilidade financeira e percepção justa de valor.
Para o cliente, o preço também comunica qualidade e posicionamento. Valores muito baixos podem gerar desconfiança sobre procedência e padrão do produto, enquanto preços elevados sem justificativa clara afastam o público. “Preço não é apenas número, é mensagem. Ele precisa refletir proposta, experiência, atendimento e padrão de entrega. Quando isso está alinhado, o cliente entende e aceita”, destaca Edher.
Outro erro comum é não atualizar a precificação periodicamente. Custos variam, fornecedores mudam, desperdícios aumentam ou diminuem, e o cardápio evolui. A ausência de revisão pode corroer a margem de lucro silenciosamente. Uma gestão profissional acompanha indicadores como CMV, ticket médio e margem de contribuição para manter o negócio saudável.
A precificação estratégica também permite promoções inteligentes, combos rentáveis e cardápios mais equilibrados, favorecendo tanto o fluxo de caixa quanto a satisfação do consumidor. “O restaurante precisa ganhar dinheiro de forma estruturada, e o cliente precisa sentir que está pagando um valor justo pelo que recebe. Quando essa equação fecha, o relacionamento se fortalece”, afirma.
Em um mercado onde muitos empreendimentos fecham antes de completar cinco anos, gestão técnica e controle financeiro são diferenciais competitivos. Precificar corretamente não é aumentar preço, é organizar o negócio para crescer com consistência e gerar valor real.
Serviço: ConceptFood | Gestão de restaurantes | Edher Brandão
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| Atualizado em: 08/05/2026 18:04 | ||